quarta-feira, 15 de abril de 2009
trabalho de werton jose 2-f
COLÉGIO UNIVERSTÁRIO – Colun/UFMA
Disciplina: Literatura 2ª ano F
Prof. Ludmila
Aluno: Werton José
Análise crítica de Amor de Perdição
Amor de Perdição é um romance trágico que possue características como o exagero e o sentimentalismo emocional encontrado na segunda geração Romântica, o Ultra-Romantismo.
É uma novela passional, caracterizando a ação, o tempo e o espaço, bem como o ritmo apressado das intrigas no texto.
“Simão Botelho levou de Viseu para Coimbra arrogantes convicções de sua valentia.” [...] “As recordações esporeavam-se façanhas nova, e naquele tempo a academia dava azo a elas.”.
Encontra-se também o casal heróico, onde o mocinho é aquele jovem com uma vida bem desregrada e a mocinha uma jovem de uma boa família e boa índole. Visto por esse amor que o tomou Simão Botelho, o protagonista, tenta regenerar sua vida voltando a estudar, porém o pai de Teresa, heroína, não aceita e tenta casá-la um com um burguês rico e interesseiro.
“O acadêmico, porém, com os seus entusiasmos, era incomparavelmente muito mais prejudicial e mais perigoso [...]; O destino que ambos prometiam era o mais honesto: ele ia formar-se para poder sustentá-la, e se não houvesse outro jeito; ela esperava que seu velho pai falecesse para, senhora sua, lhe dar, com o coração o próprio patrimônio.”
Nessa novela camiliana aparece uma tríade amorosa Simão, Teresa e Mariana, a última sempre fora apaixonada por Simão, tanto que o acompanhou no exílio e sempre agüentou seu ciúme calada.
Pelo ato emocional Simão Botelho comete um crime, cego pela sua amada acaba sendo julgado e condenado a forca pós o exílio, ela por sua vez é mandada para um convento onde chora de tristeza e saudade. A morte dos dois mais a “amante”, mostra a vida conturbada que ambos tinha:
“De que céu tão lindo cão mãe!... A tua amiga morreu... A pobre Teresa. [...] Mariana curvou-se sobre o cadacer, e beijou-lhe a face. [...] antes que o cadáver se fizesse ouvir na água; todos viram, e ninguém já pode segurar Mariana, que se atirara no mar.”
tudo se perdeu devido a um amor. Assim como ganha também se perde, “Amou, perdeu-se e morreu amando”.
Referencia
BRANCO, Camilo Castelo. Amor de Perdição. Martim Claret: São Paulo, 2004.
Disciplina: Literatura 2ª ano F
Prof. Ludmila
Aluno: Werton José
Análise crítica de Amor de Perdição
Amor de Perdição é um romance trágico que possue características como o exagero e o sentimentalismo emocional encontrado na segunda geração Romântica, o Ultra-Romantismo.
É uma novela passional, caracterizando a ação, o tempo e o espaço, bem como o ritmo apressado das intrigas no texto.
“Simão Botelho levou de Viseu para Coimbra arrogantes convicções de sua valentia.” [...] “As recordações esporeavam-se façanhas nova, e naquele tempo a academia dava azo a elas.”.
Encontra-se também o casal heróico, onde o mocinho é aquele jovem com uma vida bem desregrada e a mocinha uma jovem de uma boa família e boa índole. Visto por esse amor que o tomou Simão Botelho, o protagonista, tenta regenerar sua vida voltando a estudar, porém o pai de Teresa, heroína, não aceita e tenta casá-la um com um burguês rico e interesseiro.
“O acadêmico, porém, com os seus entusiasmos, era incomparavelmente muito mais prejudicial e mais perigoso [...]; O destino que ambos prometiam era o mais honesto: ele ia formar-se para poder sustentá-la, e se não houvesse outro jeito; ela esperava que seu velho pai falecesse para, senhora sua, lhe dar, com o coração o próprio patrimônio.”
Nessa novela camiliana aparece uma tríade amorosa Simão, Teresa e Mariana, a última sempre fora apaixonada por Simão, tanto que o acompanhou no exílio e sempre agüentou seu ciúme calada.
Pelo ato emocional Simão Botelho comete um crime, cego pela sua amada acaba sendo julgado e condenado a forca pós o exílio, ela por sua vez é mandada para um convento onde chora de tristeza e saudade. A morte dos dois mais a “amante”, mostra a vida conturbada que ambos tinha:
“De que céu tão lindo cão mãe!... A tua amiga morreu... A pobre Teresa. [...] Mariana curvou-se sobre o cadacer, e beijou-lhe a face. [...] antes que o cadáver se fizesse ouvir na água; todos viram, e ninguém já pode segurar Mariana, que se atirara no mar.”
tudo se perdeu devido a um amor. Assim como ganha também se perde, “Amou, perdeu-se e morreu amando”.
Referencia
BRANCO, Camilo Castelo. Amor de Perdição. Martim Claret: São Paulo, 2004.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Colégio Universitário – Colun/UFMA
São Luis, 13 de abril de 2009.
Aluna: Fabíola Da silva Caldas
Turma: 2F Numero: 10
Professora: Ludmila
Resenha: A Escrava Isaura
São Luis, 13 de abril de 2009.
Aluna: Fabíola Da silva Caldas
Turma: 2F Numero: 10
Professora: Ludmila
Resenha: A Escrava Isaura
A escrava Isaura era uma escrava de pele clara filha de uma escrava e de um feitor português ..quando a mãe morre ,ela passa a viver com a senhora da casa esposa do comendador Almeida .quando a velha morre ,Leôncio,filho dela e do comendador, insiste em tentar seduzir a escrava, que resiste em todas as maneiras. Contrariando, Leôncio parte para os castigos e ameaças de violência. Por isso, Isaura foge com o pai para recife, onde ela se apaixona por Álvaro, um abolicionista.
Também apaixonado por Isaura, Álvaro tenta proteger a amada das perseguições de Leôncio. Mais Leôncio viaja para recife e consegue trazer Isaura. Quando Isaura, pressionada por Leôncio, esta a ponto de se submeter, Álvaro chega a fazenda e diz que agora é dono de toda riqueza de Leôncio.Leôncio desesperado diante daquela situação se mata com um tiro na cabeça .
As principais características do Romantismo encontradas na historia são:
A prosa:
A Prosa pode ser vista ao logo do livro
A poesia:
“Já nasci a respira os ares da escravidão como semente lançada em terra de maldição, a vida passo chorando a minha triste condição (...)” cap.1 pag.7
A escrava Isaura é uma adaptação resumida para precipitantes (coleção “É só o começo”).Elaboração catalogada por Izabel A . Merlo.
sábado, 11 de abril de 2009
Análise científica do livro Senhora ( José de Alencar )
A moça sofreu muito ao perder o namorado e viveu um amor não correspondido:
“Convencida de que todos os seus apaixonados, sem exceção, a pretendiam unicamente pela fortuna, Aurélia reagia contra essa afronta, aplicando a esses indivíduos o mesmo tratamento. ostumava indicar o merecimento dos seus pretendentes dando-lhes certo valor monetário”
Para se recuperar dessas lembranças ruins, ela ainda
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Resenha: A Moreninha
Colégio Universitário – Colun/UFMA
São Luis, 10 de abril de 2009.
Aluna: Érica Patrícia Vieira da Silva
Turma: 2F Numero: 8
Professora: Ludmila
Resenha: A Moreninha
O conto romântico A Moreninha é uma obra de Joaquim Manuel de Macedo foi um romance urbano que se passa no Rio de Janeiro em 1862 nessa obra ocorre intrigas amorosas, desencontros e vários conflitos com um toque de humor.
A história conta sobre Augusto, rapaz que aposta com seus amigos, que não ficaria apaixonado por mais de 15 dias por mulher alguma, caso perdesse teria que escrever um romance para estes. Augusto é estudante e colega de Felipe, cuja irmã é Carolina (A Moreninha). Augusto quando criança jurou amar eternamente uma menina cujo nome ignora e fica inconstante em seus amores, até que conhece Carolina, pela qual se apaixona e persegue. Quando no final ficam noivos, ela primeiro manda-o casar-se com sua amada de infância e depois revela ela ser esta amada. Ele gira em torno de sua heroína perfeita e seu herói que luta para ter o amor desta e os obstáculos para sua realização, no caso a promessa infantil.
No Romantismo existe varias características, e nesse romance podemos abordar algumas delas:
#Sentimentalismo: “Eu nunca mais vi, nem tive noticias alguma da minha interessante camarada, mas nem por isso a esqueci minha senhora... ainda hoje me lembro com saudades dessa criança tão travessa, porem tão bela” pág: 24 cap. 8
#Subjetividade: “Mas eu andava triste e abatido; jurei, pois não amar moça nenhuma que fosse morena, corada ou pálida: estão são as cores, estes são os tipos de belaza...” pag: 25 cap. 8
#Confessionalismo: “Passei cinco anos pensando nela de dia , e com ela sonhando a noite.... cheguei assim aos meus dezoito anos” pág: 24 cap.8
#Nacionalismo: “Ela então olhou para o mar, e tornando – se levemente melancólica, balbuciou com a voz pesarosa”:
- Mas... a minha concha!....
Ouvindo a sua voz harmoniosa, corrir apanhar a concha e apresentei-a à linda menina, embora um pouco molhado.” Pág:21 cap: 7
#Versos em poesia:
“Menina solteira
Que almeja casar
Não caia em amar
A homem algum;
Nem seja notável
Por sua esquivança,
Não tirar a esperança
De amante algum. (...)”pág:25 cap. 8
A obra de Joaquim Manuel de Macedo agrega todo o desenvolvimento dos romance: descrição dos costumes da sociedade carioca, suas festas e tradições, estilo fluente e leve, linguagem simples, que beira o desleixo, tramas fáceis, pequenas intrigas de amor e mistério, final feliz, com a vitória do amor.
São Luis, 10 de abril de 2009.
Aluna: Érica Patrícia Vieira da Silva
Turma: 2F Numero: 8
Professora: Ludmila
Resenha: A Moreninha
O conto romântico A Moreninha é uma obra de Joaquim Manuel de Macedo foi um romance urbano que se passa no Rio de Janeiro em 1862 nessa obra ocorre intrigas amorosas, desencontros e vários conflitos com um toque de humor.
A história conta sobre Augusto, rapaz que aposta com seus amigos, que não ficaria apaixonado por mais de 15 dias por mulher alguma, caso perdesse teria que escrever um romance para estes. Augusto é estudante e colega de Felipe, cuja irmã é Carolina (A Moreninha). Augusto quando criança jurou amar eternamente uma menina cujo nome ignora e fica inconstante em seus amores, até que conhece Carolina, pela qual se apaixona e persegue. Quando no final ficam noivos, ela primeiro manda-o casar-se com sua amada de infância e depois revela ela ser esta amada. Ele gira em torno de sua heroína perfeita e seu herói que luta para ter o amor desta e os obstáculos para sua realização, no caso a promessa infantil.
No Romantismo existe varias características, e nesse romance podemos abordar algumas delas:
#Sentimentalismo: “Eu nunca mais vi, nem tive noticias alguma da minha interessante camarada, mas nem por isso a esqueci minha senhora... ainda hoje me lembro com saudades dessa criança tão travessa, porem tão bela” pág: 24 cap. 8
#Subjetividade: “Mas eu andava triste e abatido; jurei, pois não amar moça nenhuma que fosse morena, corada ou pálida: estão são as cores, estes são os tipos de belaza...” pag: 25 cap. 8
#Confessionalismo: “Passei cinco anos pensando nela de dia , e com ela sonhando a noite.... cheguei assim aos meus dezoito anos” pág: 24 cap.8
#Nacionalismo: “Ela então olhou para o mar, e tornando – se levemente melancólica, balbuciou com a voz pesarosa”:
- Mas... a minha concha!....
Ouvindo a sua voz harmoniosa, corrir apanhar a concha e apresentei-a à linda menina, embora um pouco molhado.” Pág:21 cap: 7
#Versos em poesia:
“Menina solteira
Que almeja casar
Não caia em amar
A homem algum;
Nem seja notável
Por sua esquivança,
Não tirar a esperança
De amante algum. (...)”pág:25 cap. 8
A obra de Joaquim Manuel de Macedo agrega todo o desenvolvimento dos romance: descrição dos costumes da sociedade carioca, suas festas e tradições, estilo fluente e leve, linguagem simples, que beira o desleixo, tramas fáceis, pequenas intrigas de amor e mistério, final feliz, com a vitória do amor.
A Moreninha
A Moreninha
O romance A Moreninha se baseia em uma história em que quatro amigos fizeram uma aposta de que um deles iria se apaixonar no prazo de um mês, durante um encontro em uma ilha no interior do Rio de Janeiro. Este amigo era o personagem Augusto, que foi desafiado porque ele dizia que não se apaixonava por nenhuma mulher. Assim foram passar o feriado na casa da avó do Felipe.
Entre tantos desafios, Augusto encontrou uma menina de 15 anos chamada Carolina e se apaixonou por ela devido a sua beleza e irreverência para uma menina da sua idade. Ao final do romance ele descobre que Carolina era sua prometida de acordo com um pescador que à beira da morte prometera que no futuro ambos seriam felizes para sempre. Esse reconhecimento seria dado graças a uma ajuda que eles deram a este pescador, que em troca pediu ao menino um camafeu e à menina um botão de esmeralda que foram entrelaçados em uma fita e trocados. Esse seria o fator de reencontro dos dois.
Resenha
A Moreninha foi considerado o primeiro romance da literatura brasileira que deu inicio ao Romantismo. È classificado como folhetim, porque foi publicado em capítulos nos jornais da época. O que caracteriza o folhetim é a trama entre heróis e vilões. Esse romance em especial foi feito para agradar as leitoras da época, pouco acostumadas a tramas complexas, por isso, o final é o heppy and .
Apesar do ideal romântico, o livro é rico em fidelidades à época, como por exemplo: a maneira como os personagens se vestem e o modo de falar:
"a coleção de saias, saiotes, vestidos de baixo e enorme variedade de enchimentos que lhe faziam de suplemento à natureza"
Diferentemente de hoje as mulheres completam a natureza do corpo de forma bem diferente, por exemplo, as calças com brilhos e licra, blusas bem decotadas e escandalosas, facilmente percebidas nos uniformes escolares.
"- Então V.S. dá-me licença para falar com toda a sinceridade?
-Rogo-lhe que me desculpe D.Carolina, mas eu julguei dever dizer o que entendia.
- Estás desculpado Sr.Augusto"
Hoje o tratamento entre namorados se dá de uma forma menos formal, a institucionalização do "ficar" não era admitido naquela época, eles viam como falta de respeito. O tratamento da segunda pessoa, embora comum ainda no Maranhão e em algumas localidades nordestinas está em desuso nas regiões mais avançadas linguisticamente do país; percebe-se isso nos folhetins das telenovelas de hoje, entre elas, MALHAÇÂO.
O sistema educacional hoje, é diferente de A Moreninha, o protagonista Augusto está se formando na faculdade de Medicina apenas com 19 anos, e atualmente um jovem dessa idade está começando seus estudos universitários.
Joaquim Manuel de Macedo ao escrever A moreninha marcou o inicio do Romantismo em prosa no Brasil. Hoje ao escrevermos ‘romantismo’ com letra minúscula percebemos a influência da primeira metade do séc. XIX nas obras artísticas como, por exemplo, Zezé de Camargo e Luciano, Roberto Carlos, entre outros.
Raíssa Lucena de Almeida Ramos
2 F prof.: Ludmila
O romance A Moreninha se baseia em uma história em que quatro amigos fizeram uma aposta de que um deles iria se apaixonar no prazo de um mês, durante um encontro em uma ilha no interior do Rio de Janeiro. Este amigo era o personagem Augusto, que foi desafiado porque ele dizia que não se apaixonava por nenhuma mulher. Assim foram passar o feriado na casa da avó do Felipe.
Entre tantos desafios, Augusto encontrou uma menina de 15 anos chamada Carolina e se apaixonou por ela devido a sua beleza e irreverência para uma menina da sua idade. Ao final do romance ele descobre que Carolina era sua prometida de acordo com um pescador que à beira da morte prometera que no futuro ambos seriam felizes para sempre. Esse reconhecimento seria dado graças a uma ajuda que eles deram a este pescador, que em troca pediu ao menino um camafeu e à menina um botão de esmeralda que foram entrelaçados em uma fita e trocados. Esse seria o fator de reencontro dos dois.
Resenha
A Moreninha foi considerado o primeiro romance da literatura brasileira que deu inicio ao Romantismo. È classificado como folhetim, porque foi publicado em capítulos nos jornais da época. O que caracteriza o folhetim é a trama entre heróis e vilões. Esse romance em especial foi feito para agradar as leitoras da época, pouco acostumadas a tramas complexas, por isso, o final é o heppy and .
Apesar do ideal romântico, o livro é rico em fidelidades à época, como por exemplo: a maneira como os personagens se vestem e o modo de falar:
"a coleção de saias, saiotes, vestidos de baixo e enorme variedade de enchimentos que lhe faziam de suplemento à natureza"
Diferentemente de hoje as mulheres completam a natureza do corpo de forma bem diferente, por exemplo, as calças com brilhos e licra, blusas bem decotadas e escandalosas, facilmente percebidas nos uniformes escolares.
"- Então V.S. dá-me licença para falar com toda a sinceridade?
-Rogo-lhe que me desculpe D.Carolina, mas eu julguei dever dizer o que entendia.
- Estás desculpado Sr.Augusto"
Hoje o tratamento entre namorados se dá de uma forma menos formal, a institucionalização do "ficar" não era admitido naquela época, eles viam como falta de respeito. O tratamento da segunda pessoa, embora comum ainda no Maranhão e em algumas localidades nordestinas está em desuso nas regiões mais avançadas linguisticamente do país; percebe-se isso nos folhetins das telenovelas de hoje, entre elas, MALHAÇÂO.
O sistema educacional hoje, é diferente de A Moreninha, o protagonista Augusto está se formando na faculdade de Medicina apenas com 19 anos, e atualmente um jovem dessa idade está começando seus estudos universitários.
Joaquim Manuel de Macedo ao escrever A moreninha marcou o inicio do Romantismo em prosa no Brasil. Hoje ao escrevermos ‘romantismo’ com letra minúscula percebemos a influência da primeira metade do séc. XIX nas obras artísticas como, por exemplo, Zezé de Camargo e Luciano, Roberto Carlos, entre outros.
Raíssa Lucena de Almeida Ramos
2 F prof.: Ludmila
Trabalho de português
Colun-ufma
São Luis, 10 de abril de 2009
Nome: patrícia costa soares n°23, 2° “f”
A senhora- José Martiniano de Alencar
São nítidas as características românticas encontradas na obra “A senhora” de José de Alencar, ao descrever no discurso do livro ,Aurélia Camargo ,como uma mulher firme e determinada .Jovem, bela, rica e inteligente a moça detêm estereótipos que enaltece a idealização da mulher , fazendo-se assim alusão aos dois tipos de figuras femininas do romantismo ; a “mulher demônio “ ,que arrasta o homem à perdição despertando-lhe um desejo isento de amor, e a “ mulher anjo” , dotada de virtudes que aproximam do divino.As pertencentes ao primeiro tipo são mais raras nessa estética, as do segundo,maioria.
No romantismo a amada não existe, para; não respira, pulsa; não anda, flutua, tem a prodigiosa propriedade de irradiar luz pelos poros; e à parte disso é dotada de virtudes tão maravilhosas que fazem dela uma heroína praticamente inatingível, biótipos que se encaixam perfeitamente aos alicerces de mulher inseridos aos personagens: Aurélia Camargo, Amaralzinha e Adelaide Abreu.
O amor é tema nuclear no romantismo e o epicentro em “A senhora”; amores conturbados, turvos? Talvez! No entanto tão próximo da nossa realidade que nos aproximamos à vivência da teoria romântica. A idealização do amor, no livro, gravita em torno dos personagens ao transpor suas subjetividades e ao mesmo tempo colocando em foco o teor do “eu lírico”.
Em várias obras, esse sentimento (a idealização do amor) funciona como espécie de regenerador de caráter: o individuo adquire ou recupera sua dignidade a partir dele no livro podemos correlacionar à atitude de Fernando Seixas que abdicou sua dignidade, vendendo-se, no intuito de oferecer a sua irmã a felicidade matrimonial, porém ele arcou com as conseqüências e ao término da história recuperou sua integridade moral.
Sem dúvida o enredo atribui a Fernando Seixas todas as características do herói romântico compreendido como um ser permanente conflito com a sociedade que o oprime. O questionamento dos atores urgentes e a negação do mundo regem suas ações; empenha-se em reinventar o mundo para poder inserir-se nele.
O romance urbano “A senhora” nos presenteia com a história de uma mulher que tinha os homens a seus pés e fazia questão de esnobá-los. No seu íntimo, entretanto, escondia-se uma moça frágil e insegura, motivada por uma decepção amorosa.
São Luis, 10 de abril de 2009
Nome: patrícia costa soares n°23, 2° “f”
A senhora- José Martiniano de Alencar
São nítidas as características românticas encontradas na obra “A senhora” de José de Alencar, ao descrever no discurso do livro ,Aurélia Camargo ,como uma mulher firme e determinada .Jovem, bela, rica e inteligente a moça detêm estereótipos que enaltece a idealização da mulher , fazendo-se assim alusão aos dois tipos de figuras femininas do romantismo ; a “mulher demônio “ ,que arrasta o homem à perdição despertando-lhe um desejo isento de amor, e a “ mulher anjo” , dotada de virtudes que aproximam do divino.As pertencentes ao primeiro tipo são mais raras nessa estética, as do segundo,maioria.
No romantismo a amada não existe, para; não respira, pulsa; não anda, flutua, tem a prodigiosa propriedade de irradiar luz pelos poros; e à parte disso é dotada de virtudes tão maravilhosas que fazem dela uma heroína praticamente inatingível, biótipos que se encaixam perfeitamente aos alicerces de mulher inseridos aos personagens: Aurélia Camargo, Amaralzinha e Adelaide Abreu.
O amor é tema nuclear no romantismo e o epicentro em “A senhora”; amores conturbados, turvos? Talvez! No entanto tão próximo da nossa realidade que nos aproximamos à vivência da teoria romântica. A idealização do amor, no livro, gravita em torno dos personagens ao transpor suas subjetividades e ao mesmo tempo colocando em foco o teor do “eu lírico”.
Em várias obras, esse sentimento (a idealização do amor) funciona como espécie de regenerador de caráter: o individuo adquire ou recupera sua dignidade a partir dele no livro podemos correlacionar à atitude de Fernando Seixas que abdicou sua dignidade, vendendo-se, no intuito de oferecer a sua irmã a felicidade matrimonial, porém ele arcou com as conseqüências e ao término da história recuperou sua integridade moral.
Sem dúvida o enredo atribui a Fernando Seixas todas as características do herói romântico compreendido como um ser permanente conflito com a sociedade que o oprime. O questionamento dos atores urgentes e a negação do mundo regem suas ações; empenha-se em reinventar o mundo para poder inserir-se nele.
O romance urbano “A senhora” nos presenteia com a história de uma mulher que tinha os homens a seus pés e fazia questão de esnobá-los. No seu íntimo, entretanto, escondia-se uma moça frágil e insegura, motivada por uma decepção amorosa.
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